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Clândio da Rocha Teixeira
Santa Maria (RS)
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Advogado Civilista Solitário e Interessado
Gosto da advocacia levada com esmero e responsabilidade e, por tal, levo minhas atividades com muita seriedade.
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Comentários
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Clândio da Rocha Teixeira
Comentário ·
há 8 anos
Brasil–USA: A tecnologia jurídica do futuro que já é realidade na terra do Tio Sam
Tiago Fachini
·
há 8 anos
Artigo bom, bem escrito, bem definido, parabéns.
Porém....
Vou reservar-me ao direito de nada escrever, pois seriam infinitas e incontáveis as barbaridades que essa gente (ianques) têm feito, fizeram e farão neste Planeta.
Assim sendo, digo apenas uma coisa: Norte-americano bom, para mim, É NORTE-AMERICANO MORTO!!!
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Clândio da Rocha Teixeira
Comentário ·
há 8 anos
Não há necessidade de contratar advogado para elaborar um contrato
Tatiane Rodrigues Coelho
·
há 8 anos
"Mas senhoras, (p.m.v. A Rui Barbosa) as que madrugam no ler, convém também, madrugarem no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas, principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é um armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas. Já se vê quanto vai do saber aparente ao saber real. O saber de aparência crê, e ostenta, saber tudo. O saber de realidade, quanto mais real, mais desconfia, assim do que vai apreendendo, como do que elabora." Rui Barbosa de Oliveira, "in" ORAÇÃO AOS MOÇOS
Proibitivo a um vetusto rábula como nós, à beira das três décadas tentando ser um lidador do Direito, na ponta mais exuberante dele, a Advocacia, iniciar este brevíssimo comento à genialidade desta Nobre Colega.
Como refiro suso, é de uma inteligência e tino tão expressivos seu artigo, que sou oco de palavras das tantas que venho apreendendo nesta longa jornada em que, dia a dia, almejo ser Advogado.
Destarte, valho-me do insigne Rui Barbosa, Mestraço de todos nós, o maior Paráclito que colocou seus pés neste País e quiçá, neste Planeta, dos que tenho conhecimento.
Receba, com ternura, respeito, alegria e admiração nossos efusivos PARABÉNS, Doutora Tatiane Rodrigues, pela sua capacidade de elaboração de pensamento, de argumentação de altíssima qualidade, com aquilo que urge ser acatado por todos os Advogados do Brasil, a síntese, o sumo, o vernáculo caracterizado pela simplicidade, eloquência e precisão, acessível a qualquer laico que tenha contato com esta página.
Despiciendo tecer qualquer espécie de moção à curiosidade abismal que a epígrafe consigna, a surpresa que dá gênese em todos, o aumento do pulso, e, por fim, o aplacar de uma dúvida que, na verdade e de fato, era singela.
Clândio da Rocha Teixeira, OAB/RS 38.509, Santa Maria, RGS BRASIL
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Clândio da Rocha Teixeira
Comentário ·
há 9 anos
Pode o Estado obrigar um confeiteiro a fazer um bolo que celebra algo profundamente contrário a suas crenças?
Thais Mello
·
há 9 anos
Pois esse é o problema: querem cercear a dialética de pensamentos. Não me importo com o que as pessoas querem fazer ou deixar de fazer com suas vidas, agora, até querer que todos e tudo concordem e não possam ser contrários, vai um caminho muitíssimo longo. O que me preocupa é este "patrulhamento" contra tem opinião contrária a homossexualismo, havendo uma terrível opressão sobre as pessoas que pensam segundo suas antigas ideias e dogmas que, para elas, são vitais em seu modo de vida. O confeiteiro, no caso em lume, tem SIM, o direito de, por entender e ver o Mundo de forma mais tradicional, de continuar sendo assim e não aceitar fazer o bolo para o casal de homens. Isto é LIBERDADE DE PENSAMENTO E DE EXPRESSÃO. É muito triste ver as pessoas querendo coagir os outros para que aceitem e até "achem belo" maneiras de vida com as quais não concordam.
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Recomendações
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Isa Bel
Comentário ·
há 9 anos
Pode o Estado obrigar um confeiteiro a fazer um bolo que celebra algo profundamente contrário a suas crenças?
Thais Mello
·
há 9 anos
Eu darei um exemplo bem prático sobre a liberdade do comerciante em atender. Eu sou gorda. Muitas lojas não fazem roupas para pessoas gordas. Não fazem pq não querem, não se sentem capazes, não têm vontade, não querem associar a moda da loja deles às pessoas gordas, sei lá, seja pelo motivo q for: não vendem roupas para gordos. O q devo fazer com essas marcas? Considerá-las disciminatórias pq não gostam de fazer roupas para gordos? Claro q não. Procuro uma loja q vende roupas para gordos, q hoje é mais comum, mas há uns 20 anos atrás era quase impossível. Bem, é uma analogia meio forçada, mas agora pense em um confeteiro q não tem bonequinhos de dois homens se beijando e não faz bolos com arco-íris. Não importa a razão, não é o tipo de trabalho q ele faz, oferta, anuncia e vende. Por que diabos ele teria q ser OBRIGADO a fazer, algo q não faz parte das criações dele, apenas pq dois mocinhos querem q ele faça? Oras, façam como eu sempre fiz: procure uma loja q venda roupas para gordo e gaste seu dinheiro lá, e não seja patético onerando a sociedade e atolando o judiciário, q tb é muito concorrido nos EUA, com uma besteira dessas.
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Renato Lopes
Comentário ·
há 9 anos
Pode o Estado obrigar um confeiteiro a fazer um bolo que celebra algo profundamente contrário a suas crenças?
Thais Mello
·
há 9 anos
O Eduardo Siqueira comentou um exemplo: ..."Na minha loja, só atendo gente bonita": Alguém acha isso razoável? Por que também não acham absurdo quando o assunto é homossexualidade?"... Eu acho que a recusa não foi em relação a atender ou não clientes homossexuais. A recusa foi relacionada a confecção do bolo com apologia a uma prática que o confeiteiro condena.
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Heloisa Durães
Comentário ·
há 9 anos
Pode o Estado obrigar um confeiteiro a fazer um bolo que celebra algo profundamente contrário a suas crenças?
Thais Mello
·
há 9 anos
O colega argumentou: "Quando o assunto é com homossexuais, parece que dá um nó na cabeça das pessoas! Falta bom senso nessas horas!" Falou tudo! Mas para o lado contrário... Quando se trata de homossexuais eles SEMPRE querem estar certos, eles sempre são as vítimas, os coitados. Nos poupe! O confeiteiro tem todo direito SIM de se negar a prestar tal serviço, até porque tem outros milhares de confeiteiros os quais o casal poderia procurar, sem chiliques, mas, como sempre, gostam de causar polêmica.
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